10/07/2009

A Crise está a dar Xeques ao Xadrez! - Parte I

A crise económica do nosso país está afectar as famílias Portuguesas e consequentemente os entusiastas do xadrez. À 15 - 20 anos dezenas de jogadores que estariam a jogar um torneio e actualmente nem metade dos jogadores jogam devido a estas condições financeiras.
Por isso os clubes de xadrez estão a diminuir e ou a reduzir os apoios aos seus jogadores, porque os clubes não conseguem arranjar os apoios financeiros suficientes junto das empresas e do poder político, com o prejuizo da modalidade. Pois se não há dinheiro, não pode haver evolução, porque não há competição ao nível de clássicas ao mais alto nível. É um ciclo vicioso.
Em Portugal era impensável, acho eu, criar torneios com prémios e condições de Benasque, ou outro do género. Os apoios são diminutos.
Os carolas estão a acabar.
Agora como combater isto tudo? Várias hipóteses:
1 - Fusão de clubes
2 - Em vez de se fazer 2/3 torneios de nivel baixo/medio fazer um com organização conjunta de vários clubes. Com prémios de qualidade.
Espero as vossas sugestões!

2 comentários:

  1. Penso que a ideia de fazer menos torneios com prémios maiores não é muito boa.
    A começar a implementar essa ideia já hoje, quem levaria esses prémios "de qualidade" seriam sempre os mesmos jogadores, aqueles que jogam e encaram o xadrez de uma forma mais profissional, tal como acontece hoje em dia nos torneios "grandes" (Ex: Odemira, etc...).
    Assim sendo, talvez reforçar os planos de desenvolvimento municipais de xadrez existentes e/ou criar novos seria talvez a melhor solução, nem que para tal tivesse que existir uma organização conjunta dos vários clubes de modo a financiar os mesmos planos.
    Mais jogadores, mais interesse, mais torneios, maior projecção e visibilidade da modalidade. Porventura esses ingredientes todos tragam já sérios patrocínios, que aí sim se possibilite organizar torneios com o nível que tem Benasque.
    É a minha visão das coisas.

    Cumprimentos.

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  2. Obrigado Miguel pelas tuas palavras.
    Um abraço
    Cavadas

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